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Lóbi do Chá

Lóbi do Chá

Sou um patriota

por Zé Pedro Silva, em 30.03.10

Há quem vislumbre santinhas em fatias de piza, eu vi Portugal numa alga da minha sopa miso. (Entretanto, era assim que eu anunciava a minha candidatura a Belém, não fosse ter coisas combinadas e por isso não estar disponível para presidir à República.)

Ao cuidado dos sindicatos

por Zé Pedro Silva, em 29.03.10


Isto é que é flexibilidade laboral!

[Imagem: Reuters]

O fim da macacada

por Zé Pedro Silva, em 28.03.10

Será que ainda há quem questione a teoria da evolução das espécies, mesmo existindo um Dia Internacional de Subir às Árvores?

Political Line

por Zé Pedro Silva, em 27.03.10

Um maxilar de se lhe tirar o chapéu

por Zé Pedro Silva, em 27.03.10

A isto é que eu chamo uma boa boca. Não é a quem come lampreia à bordalesa, embora também lhes reconheça mérito.


[Imagem: Reuters]


O polícia-mordomo

por Zé Pedro Silva, em 27.03.10

A PSP realizou uma grande operação, à qual chamou "Nós Providenciamos Segurança". As autoridades devem ter mais cuidado com os nomes que escolhem para as operações, por causa, justamente, da ideia de "autoridade" que lhes interessa transmitir.


Um gajo é caçado com droga e pensa "estou feito". Mas depois o polícia diz "nós providenciamos segurança". - Ah, pronto! É para os apanhados.

A direita está bonita (algumas notas sobre o PSD)

por Zé Pedro Silva, em 27.03.10

a) Quando se pensa que Pedro Passos Coelho pode ser primeiro-ministro, até se percebe a residência em Paris de Inês de Medeiros. Pelo sim pelo não, acho que Jaime Gama lhe devia pagar o bilhete. À senhora deputada e a todos.


b) Na liderança da social-democracia em Portugal, a brigada populista alterna com a brigada do cavaco, estilo roleta, a ver a qual delas caberá o poder em sorte.


c) Rangel podia ter evitado a humilhação. Eu cheguei a sugerir que ele dissesse que nunca se tinha candidatado.


d) Aguiar Branco falou, no seu discurso de derrota, na comissão de inquérito ao negócio da TVI. Nesta circunstância, ter tido 3% foi muito bom. Foi excelente.


e) Não sei se somos nós que gozamos com Castanheira Barros ou se é o candidato que goza connosco. Hoje disse, mais uma vez, “tenho um projecto”. Mas qual projecto? Estamos a ser gozados. Não riam.


f) Entretanto, o tio pintinho Balsemão avisou a malta. Ninguém o quis ouvir... Agora preparem-se para ver o minibus do dr. Portas a desaparecer no horizonte.


g) O que é que vos passou pela cabeça, caros sociais-democratas, para não respeitarem o tio pintinho? Está tudo louco? Quem é agora o vosso mentor? O Marco António Costa?

De: Portugueses

por Zé Pedro Silva, em 26.03.10

A Standard & Poor's manteve o rating da dívida portuguesa. Espero que o leitão, o vinho e os enchidos já estejam a caminho destes amigos. Há agências de notação financeira e agências de notação financeira. Esta Standard & Poor's é uma firma de respeito.

Isto está pior que a Grécia, eu já disse

por Zé Pedro Silva, em 26.03.10

Porra, o Fernando Pereira a cantar Nessun Dorma. E ainda diz o Castanheira Barros que não há crise.

We'll Always Have Paris

por Zé Pedro Silva, em 26.03.10

Para a Fernanda Câncio, o facto de Inês de Medeiros, deputada eleita pelo círculo de Lisboa, querer passar os fins-de-semana em Paris, é equiparável aos deputados eleitos pelo círculo de Bragança que moram nos Açores e que aparentemente viajam à borla. Entretanto, Isabel Moreira chama a isto “alivanhar os factos”.


Há uma grande diferença entre Bragança, Açores e Paris. A diferença é que há duas regiões que são território nacional, outra é o Paris da França.


Se a Inês de Medeiros morar nos Açores e for deputada por Lisboa, não me escandaliza que o Parlamento pague as suas viagens, embora entenda que mais justo seria os deputados que não moram nos seus círculos pagarem as suas viagens, eventualmente com “preços especiais”, que o Parlamento, como qualquer empresa, conseguiria.


Mas viver no estrangeiro é viver no estrangeiro. E não se pode argumentar com o espaço de “livre circulação”, porque estou certo que a Fernanda Câncio não encontraria razão para prejudicar um deputado eleito por Portalegre que quisesse viver numa tenda em Marrocos.


A Fernanda Câncio tem razão, porém, quando critica os que acusaram Inês de Medeiros de falsificação de documentos. Não sabia que alguém o tinha feito, mas enfim, é difamatório. O problema é que a deputada Inês de Medeiros não esteve melhor quando disse “o problema é Paris, então paguem-me até Badajoz”.


Quem fala assim, com esta sobranceria, merece que lhe paguem, de facto, até Badajoz. E merece os difamadores que tem. É um encontro de estilos.


Voltando, para terminar, à questão de fundo, os portugueses precisam de deputados que encontrem soluções e não de deputados que arranjam problemas. Inês de Medeiros é, até ver, um problema. Quer ir para Paris todos os fins-de-semana. Ou de quinze dias em quinze dias. Ou uma vez por mês. E quer que lhe paguem. Entende que é um direito.


Bom, eu, se fosse deputado, ia neste momento à secretaria do Parlamento e dizia que tinha decidido morar num hotel em Nova Iorque. Acho que tenho direito a morar num hotel em Nova Iorque. Agora quero que o Parlamento me pague as viagens de avião.


Tenho esse direito, não tenho? Sim, porque há alguém que vai para os Açores.

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