Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Lóbi do Chá

Lóbi do Chá

Live broadcast from Ravasqueira

por Zé Pedro Silva, em 31.10.10


Isto é ou não é lindo? Ravasqueira, Arraiolos, pelo Pedro Simas, que ainda não consegue mandar-me fotografias em formato decente, mas chama-me patego por não ter um Mac. Seja como for, mesmo através desta vigia, a Ravasqueira é linda!

Isto faz mais barulho que a centrifugação a 1200

por Zé Pedro Silva, em 31.10.10

Sou contra todo e qualquer tipo de barulho. Gritos, buzinas, zumbidos, ruído de fundo, chiados, estampidos, estrondos e, bem vistas as coisas, até o chilrear dos pássaros me incomoda. Mas se há barulho que me tira do sério, é esta ventoinha do computador, se é que me entendem.

Puta que a pariu. Eu tinha um Asus maravilhoso que me tinha custado os olhos da cara. Certo dia, a ventoinha do menino lembrou-se de aprender a falar e nunca mais se calou. Mal ligava o pobre computador, parecia que tinha o expresso do oriente a passar-me aqui.

Que fiz eu? Há três ou quatro meses, num dia em que me passei e mesmo sem capital disponível para auferir sequer uma resma de papel, lá fui comprar um Sony Vaio. Uma bela máquina. Custou-me os olhos da cara.

Primeiras utilizações, que silêncio. Agora, puta que o pariu. Parece que estou dentro de uma turbina da barragem do Alqueva. Já pesquisei tudo e mais alguma coisa. Descobri que houve um modelo Vaio que queimou as perninhas a 260 mil americanos, como se isso fosse alguma coisa, comparando com esta barulheira infernal.

Mas enfim, admito que o problema seja meu. Talvez aqueça demasiado os computadores. Computadores nunca me tinha acontecido...

Live broadcast from Vila Boa do Mondego

por Zé Pedro Silva, em 30.10.10

 

 

Retrato de Vila Boa do Mondego (Celorico da Beira, Guarda) feito a 90º pelo Blackberry da Madalena Costa e Silva, num rigoroso exclusivo para o isto é lindo, imagens do nosso Portugal.

Um crime hediondo e uma saída para a crise

por Zé Pedro Silva, em 30.10.10

Ainda não me recompus do escândalo. Jaime Ovelha, o violador de galinhas e ovelhas da zona de Proença-a-Velha, foi mesmo alegadamente assassinado por Jaime do Ó, dono de um burro sodomizado por Jaime Ovelha com um pau.

Segundo o DN, este terrível violador abusou da primeira ovelha aos doze anos. Depois veio para Lisboa e não violou nada. Lá se divorciou - como pode isto ter acontecido!? - e regressou a Proença-a-Velha, onde lhe são, desde então, atribuídos actos sexuais com galinhas. Também cumpriu pena por violar uma idosa. Não se percebe a idosa... mas é verdade que nem sempre se encontram galinhas e ovelhas.

Ora, o burro também não estava nos planos - pelo menos não era o “tipo” de Jaime Ovelha - mas o bicho lá acabou por conhecer este animal lover de Proença e Jaime do Ó, ao saber, ficou de rastos, tanto que alegadamente o assassinou. Assassinar é um bocadinho demais, pelo que é lícito suspeitarmos de alguns ciúmes por parte de Jaime do Ó. Ninguém mata uma pessoa que violou um burro com um pau, a não ser que o burro lhe diga muito.

E o burro é, com efeito, a grande vítima desta história, pois começa por ser violado com um pau, em seguida perde o seu amante, Jaime Ovelha, e vê o seu companheiro, Jaime do Ó, ir para a cadeia.

Agora, não me digam que estamos na Europa!? Um crime destes não pode ter ocorrido na Europa. Portugal, confirma-se, é um país africano na Europa por engano. Mas calma, porque isto são boas notícias. Se não estamos na Europa, não fazemos parte da União Europeia, nem estamos no Euro, pelo que podemos desvalorizar a nossa moeda, mexer nos juros, e assim criar aqui um mercadito capaz de sodomizar a Europa com um pau. É o que ela nos está a fazer, não é? Então... Jaime Ovelha com Jaime Ovelha se paga. 

Homo Sapiens Coitadus

por Zé Pedro Silva, em 29.10.10

Num outro dia, seguia eu atrás de um eléctrico. Nele, “pendurados” sem pagar, seguiam três putos. A poucos metros da paragem, junto ao Jardim da Estrela, saltaram todos do eléctrico. Um deles, “menos profissional”, espalhou-se ao comprido.

Granda otário”, ouviu-se, entre gargalhadas, de um dos amigos, enquanto o “granda otário” se erguia meio abananado e à procura das mazelas.

Temo que estes momentos absolutamente maravilhosos possam ser hoje considerados, pelos parâmetros proteccionistas do novo Homem-coitado, bullying...

(Uma nota: Não ignoro as patifarias insensíveis de alguns jovens ou a fragilidade de outros, mas esta mania de arranjar nomes - rótulos! - para as coisas é que chateia. Bullying, o que é? São canalhas que maltratam outros, que os ofendem, que os perseguem. Mas isto sempre existiu, não foi descoberto agora, nem se chama bullying.

Duvido, aliás, que o problema dos jovens - seja dos agressores, seja das vítimas - se resolva com o diagnóstico de bullying. - Dão-te caldos? Isso é bullying, vamos à polícia apresentar queixa e mudas de escola! Não sou especialista, mas duvido que isto seja solução.)

Do nosso Portugal

por Zé Pedro Silva, em 29.10.10

É verdade que está de chuva, mas não é uma borrasquita que vai impedir o intrépido leitor do Lóbi do Chá de capturar imagens do nosso Portugal e enviá-las prontamente para lobi@lobidocha.com.

Sempre animavam o jogo

por Zé Pedro Silva, em 28.10.10

 

Aqueles que se surpreendem com a irresponsabilidade desta direcção do PSD, deviam penitenciar-se pela sua ingenuidade, já na próxima jornada, correndo nus pelo relvado, por exemplo, em pleno Leiria-Sporting.

 

[Imagem via Google Images.]

A luta continua

por Zé Pedro Silva, em 27.10.10

Há dias escrevi aqui que, nem que fosse para enfrentarmos a crise com um sorriso estampado no rosto, devíamos liberalizar as drogas mais leves. Dias depois, sobre uma apreensão de droga, escrevi que, em vez de apreendida, a droga devia ter sido tributada com IVA e imposto sobre o tabaco.

Pois bem, o multimilionário George Soros acaba de financiar a campanha pela liberalização da marijuana na Califórnia com um milhão de dólares. Eu escrevi dois posts, o Soros deu um milhão de dólares. Cada um dá o que pode, não é assim!?

O thriller cavaquista

por Zé Pedro Silva, em 26.10.10

Cinco anos depois, Cavaco Silva apresenta-se na mesma sala, com o mesmo cenário e com os mesmos apoiantes. Reflecte a imagem: Os anos passam e Cavaco não muda nada.

Do seu discurso, retiro apenas “o meu partido é Portugal”, uma afirmação que explica muita coisa. Cavaco Silva sempre confundiu o país com o partido e o partido com o país. Talvez por isso tenha participado, neste seu mandato como presidente da República, numa das mais sérias tentativas de condicionamento de um acto eleitoral na história da democracia portuguesa, quando corroborou uma história de espionagem em Belém que visava, por não ter sido provada, baixar a popularidade do Governo enquanto a “política de verdade” de Ferreira Leite se fazia ouvir.

 

A "verdade" é, aliás, uma verdade que o presidente candidato repete incansavelmente e que só se justifica se existir, em algum lado, uma grande “mentira”. No entanto, Cavaco reclama a “verdade”, sugere a mentira, mas não intervém, não explica nem denuncia nada. Estamos por isso em terrenos da intriga, onde encontramos regularmente o político Cavaco Silva, com os seus tabus, as verdades escondidas, muitos enigmas e entrelinhas.

 

Formal e constitucionalmente, Cavaco até pode ser um presidente assim-assim, mas politicamente é um problema. Sempre foi.

É sempre a mesma história

por Zé Pedro Silva, em 26.10.10

Ontem, o CDS falou bem. Falou bem até meio, depois disparatou. Pela mão de Mota Soares, o CDS prometeu travar os cortes no abono de família. Sim, senhor. Muito bem. Mas depois Mota Soares lá disse que se o Governo retirasse um pedaço às empresas públicas, podia então apoiar as pobres famílias que ganham seiscentos euros por mês. Música, portanto.


Uma coisa são as empresas públicas, sorvedouros de dinheiro público, mal geridas, estruturalmente deficitárias, monopolistas, corrompidas e nas mãos do compadrio partidário, outra são os cortes nos abonos de família, injustos e abruptos. De facto, pedir ajuda para pagar a crise a famílias que ganham entre seiscentos e setecentos euros por mês é, no mínimo, um pequeno crime político.

Mas uma coisa são as empresas públicas, repito, outra é o abono às famílias. Misturar os dois problemas é criar um caos populista na cabeça do eleitorado, que umas vezes origina sucesso eleitoral, outras tantas não. Sim, porque as pessoas gostam muito do estilo Robin Hood - tirar às empresas públicas para dar ao abono - mas já imaginam que os "Robins" da oposição, uma vez no poder, nem tiram das empresas nem dão ao abono. É sempre a mesma história.

Pág. 1/10

Mais sobre mim

Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2011
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2010
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2009
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D