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Lóbi do Chá

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É vil e soez envolver Seguro em coisas más

por Zé Pedro Silva, em 10.08.13

 

Agora, desculpem. Mas concordo com o PS quando classifica como “vil e soez” a tentativa do PSD de envolver Seguro nos swaps.

 

Em primeiro lugar, uma nota para que bem que o PS fala. Mas não sei se não era melhor gastar calão. Vil e soez não são adjectivos para a maioria dos eleitores. Uma parte substancial do país foi hoje para a cama a pensar que o PS tinha elogiado o PSD. O que significa que se a Língua Portuguesa ganhou com estas declarações do PS, a democracia perdeu. Quando tiverem declarações assim, enviem para o José Lello, que ele traduz.

 

Agora vamos à substância da coisa. Como é que o PSD pode ter descido tão baixo, ao ponto de procurar envolver Seguro nos swaps? Seguro nem sabe o que isso é. Seguro já leu algumas coisas sobre o assunto, mas continua sem perceber. Seguro nem consegue soletrar swap. Se o PSD quer envolver Seguro em alguma coisa, envolva-o apenas na preocupação com a situação dos portugueses, pois o líder do socialista não quer saber de mais nada. E fica até ofendido se lhe falam noutra coisa que não seja a situação dos portugueses.

 

Porra. Será que ainda não perceberam que o António José Seguro é um homem bom!? Hã!? Será que ainda não perceberam que António José Seguro não é um patife como os outros todos!? Seguro é um homem doce. É um homem solidário. É um homem fraterno. É um homem que já errou, claro. Todos erramos. Seguro um dia, há muito tempo, deixou cair uma pinga fora do perímetro da retrete. Foi só uma e Seguro nem teve culpa, pois era muito pequeno e tinha de estar em bicos de pés para fazer o xixi, de maneiras que se desequilibrou um pouquinho no final. Mas Seguro limpou tudo. Foi pedir aos senhores do café o balde, a esfregona e um pedaço de detergente e limpou não só o seu pingo como toda a casa de banho, incluindo a das senhoras. E até arranjou, mesmo não percebendo muito de canalização, o autoclismo da casa de banho das senhoras, que estava a verter, infligindo sobre o casal proprietário do café uma pesadíssima factura mensal em água.

 

Seguro é assim. Ele jamais vos teria contado esta história. Não por ter vergonha, mas apenas por temer a imodéstia, que considera, aliás, o vício dos mesquinhos.

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